Porque hoje estou muito nostálgica e passei o dia a ouvir o último CD dos AIR (Talkie Walkie (2004)), uma das músicas que adoro é esta
"Universal Traveler"
I know so many places
in the world
I follow the sun
in my silver plane
Universal traveler
If you have a look
Outside on the sea
Everything is white
It's so wonderful
Universal traveler
So far, so far
So far away
I met so many
People in my life
I've got many friends
Who can care for me
Universal traveler
Just feel everywhere at home
Tomorrow Is a brand new day
Let's go somewhere else
Universal Traveler
So far, so far So far away
e a Run e a Surfin on a rocket...
sábado
quinta-feira
morrer
Morre lentamente,
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor,
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,sorrisos dos bocejos,corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece,
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Pablo Neruda
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor,
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,sorrisos dos bocejos,corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece,
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Pablo Neruda
domingo
sexta-feira
josh rouse josh rouse
Pois é o sr. Josh Rouse mudou-se para o país vizinho (vendido!).
Causa?
Amor...
Paz Suay e Josh Rouse criaram um novo projecto She's Spanish, I'm American, cujo nome não poderia estar mais de acordo ehhehe
O EP terá 5 faixas delas o primeiro single "Car Crash" que já pode ser ouvido aqui http://www.myspace.com/shesspanishimamerican
Causa?
Amor...
Paz Suay e Josh Rouse criaram um novo projecto She's Spanish, I'm American, cujo nome não poderia estar mais de acordo ehhehe
O EP terá 5 faixas delas o primeiro single "Car Crash" que já pode ser ouvido aqui http://www.myspace.com/shesspanishimamerican
"Enquanto falava, tinha a impressão de que não me entendia. Então não disse mais nada. Não lhe disse que a fidelidade é intimidade, diálogo, aprofundamento, é cumplicidade, confiança, segurança, dedicação, orgulho. Que não renuncias a nada porque se tivesses de ir atrás de todas as ocasiões, estarias continuamente distraído, dissociado, empobrecido. Não lhe disse que a fidelidade é como projectar um grandioso monumento, como escrever um grande romance. E, para o fazeres bem, tens de te concentrar nele. Que não podes projectar dez edifícios magníficos ao mesmo tempo porque os farias todos feios. Não podes escrever dez romances ao mesmo tempo porque escreverias só banalidades. Não lhe disse que todas as coisas boas e de valor nascem da concentração de todas as nossas energias para um objectivo, nascem da paixão, da dedicação, da escolha daquilo que é essencial e da renúncia àquilo que não é."
Francesco Alberoni in Sexo e Amor
Francesco Alberoni in Sexo e Amor
Lembras-te quando eu dizia que odiava todos os homens? Pela sua falta de coragem, pela sua falta de sentimentalismo, por tudo e mais alguma coisa?
Agora sei dar-te razão.
"Nenhuma mulher odeia os homens em geral. Ela projecta sobre o género o ódio que sente por um único homem… até se apaixonar novamente."
Agora sei dar-te razão.
"Nenhuma mulher odeia os homens em geral. Ela projecta sobre o género o ódio que sente por um único homem… até se apaixonar novamente."
quinta-feira
Bolo do Amor
Ingredientes:
1 cama quente
2 corpos diferentes previamente lavados
500g de carícias
1 banana, não muito madura
2 tomates com pele
2 marmelos
1 forno devidamente aquecido e bem lavado
Beijos (quantidade escolhida).
Tempo mínimo de cozedura
- 15 minutos
Confecção:
Introduzir delicadamente os 2 corpos na cama, adicionando 50g de beijos ou mais, conforme a sua preferência. Cobrir a superfície dos corpos com 500g de carícias (pode adicionar mel ou açúcar). Agitar com as mãos os marmelos até estes ficarem ligeiramente rijos mas de forma a não machucarem. Meter a banana previamente aquecida com a ponta dos dedos, no forno, à temperatura ambiente.
Recomendações:
Deixar os dois tomates com pele no exterior. Manobrar a banana delicadamente em sentido vai-vem. Fazê-la sair de tempos em tempos e voltar a metê-la, controlando assim a cozedura e com a preocupação de esta não perder o sumo antes do tempo.
Atenção especial:
Não bata as claras em castelo.
Nota:
O tempo de cozedura pode variar com a marca e tipo de forno utilizado.
Deixe arrefecer se não usou nenhum produto, desenforme nove meses depois.
Se usou, lave bem a forma e a banana e estão prontos para outro bolo.
Recomendação especial:
Não se importe de repetir frequentemente a receita, a fim de saboreá-la, pois além de fazer muito bem à saúde e ao espírito, cada vez que se prova é mais gostoso!
BOM APETITE!!!!!
1 cama quente
2 corpos diferentes previamente lavados
500g de carícias
1 banana, não muito madura
2 tomates com pele
2 marmelos
1 forno devidamente aquecido e bem lavado
Beijos (quantidade escolhida).
Tempo mínimo de cozedura
- 15 minutos
Confecção:
Introduzir delicadamente os 2 corpos na cama, adicionando 50g de beijos ou mais, conforme a sua preferência. Cobrir a superfície dos corpos com 500g de carícias (pode adicionar mel ou açúcar). Agitar com as mãos os marmelos até estes ficarem ligeiramente rijos mas de forma a não machucarem. Meter a banana previamente aquecida com a ponta dos dedos, no forno, à temperatura ambiente.
Recomendações:
Deixar os dois tomates com pele no exterior. Manobrar a banana delicadamente em sentido vai-vem. Fazê-la sair de tempos em tempos e voltar a metê-la, controlando assim a cozedura e com a preocupação de esta não perder o sumo antes do tempo.
Atenção especial:
Não bata as claras em castelo.
Nota:
O tempo de cozedura pode variar com a marca e tipo de forno utilizado.
Deixe arrefecer se não usou nenhum produto, desenforme nove meses depois.
Se usou, lave bem a forma e a banana e estão prontos para outro bolo.
Recomendação especial:
Não se importe de repetir frequentemente a receita, a fim de saboreá-la, pois além de fazer muito bem à saúde e ao espírito, cada vez que se prova é mais gostoso!
BOM APETITE!!!!!
xcelente...
Vi isto num blog e não resisti em "meter" para aqui ahahahah ta excelente
Num hotel da Suíça havia um cartaz informando as condições da neve:
Neuchatel: 12cm, mole
Lausanne: 18cm, escorregadia
Schaffhausen: 15cm, consistente
Por baixo alguém escreveu:
Sebastião da Silva (emigrante): 24cm, dura
Num hotel da Suíça havia um cartaz informando as condições da neve:
Neuchatel: 12cm, mole
Lausanne: 18cm, escorregadia
Schaffhausen: 15cm, consistente
Por baixo alguém escreveu:
Sebastião da Silva (emigrante): 24cm, dura
terça-feira
segunda-feira
A tinta esvai-se pelo papel
Teima em não secar
Continua a escorrer
Conto as gotas que vão caindo
Enraiveço-me por ter à mão um papel de má qualidade
Tenho a certeza que a tinta é boa
Tenho a certeza.
As gotas deixaram de ser gotas
E marcam o chão de encarnado
E o papel vai ficando
Cada vez mais borratado,
Com gatafunhos, agora tornados ilegíveis
Estava pronta para ir ao encontro das palavras
Mas elas fugiram, escorregaram…
Não se findaram ainda
Agora, só vestígios da tinta permanente,
Aquela que me deste, lembras-te?
Como é possível ter feito a escolha errada do papel
Para a mais graciosa das tintas?
Nunca fui sublime nas minhas escolhas, como tu.
Talvez porque nunca tenha sido obrigada a escolher.
Sempre me amparaste, sempre me aconselhaste
Sobre o melhor, da melhor maneira.
E agora? Como faço para recuperar as letras que constituem as palavras
que me levam ao meu destino?
Não posso fazer com que a tinta volte para o papel.
Mas posso tentar escrever de novo.
Achas que consigo escrever reescrevendo o que escrevi?
Teima em não secar
Continua a escorrer
Conto as gotas que vão caindo
Enraiveço-me por ter à mão um papel de má qualidade
Tenho a certeza que a tinta é boa
Tenho a certeza.
As gotas deixaram de ser gotas
E marcam o chão de encarnado
E o papel vai ficando
Cada vez mais borratado,
Com gatafunhos, agora tornados ilegíveis
Estava pronta para ir ao encontro das palavras
Mas elas fugiram, escorregaram…
Não se findaram ainda
Agora, só vestígios da tinta permanente,
Aquela que me deste, lembras-te?
Como é possível ter feito a escolha errada do papel
Para a mais graciosa das tintas?
Nunca fui sublime nas minhas escolhas, como tu.
Talvez porque nunca tenha sido obrigada a escolher.
Sempre me amparaste, sempre me aconselhaste
Sobre o melhor, da melhor maneira.
E agora? Como faço para recuperar as letras que constituem as palavras
que me levam ao meu destino?
Não posso fazer com que a tinta volte para o papel.
Mas posso tentar escrever de novo.
Achas que consigo escrever reescrevendo o que escrevi?
Margarida
domingo
Uma das mais belas histórias de amor

Aqui fica um diálogo do final do filme bem bem comovente (snif snif =~( )
-Que vais fazer?
Estarei aqui
Nunca te deixarei
-Tenho que te perguntar uma coisa
O que é amor?
-Acreditas...que o nosso amor pode criar um milagre?
Acredito.
É ele que te traz sempre de volta para mim.
(...)
-Achas que o nosso amor nos pode levar juntos?
Acho que o nosso amor pode fazer tudo o que nós quisermos.
-Amo-te
Amo-te Allie.
-Boa noite.
Boa noite
Até depois.
sexta-feira
passeio
Quero elevar a minha voz
e ouvi-la ecoar pelos quatro cantos que estou viva
Porém, ao mesmo tempo olho em volta
vejo casais de namorados passeando de mãos dadas, pelo jardim
trocando olhares cúmplices que complementam as entrelinhas dos silêncios
Deixam-se levar assim ao sabor do vento
soltos, ao mesmo tempo ligados
por elos fortes, talvez mais do que qualquer liga metálica .
São laços de amor
o elemento mais forte que existe à face da terra
Olho-me, toco-me
Sinto que não faço parte deste cenário
Tudo à minha volta mexe
Mas eu, encontro-me imóvel
Faço parte da natureza morta deste jardim
sou uma folha que já esteve na árvore, verde e sã
Agora estou mergulhada no chão, insípida, baça e enrugada
pelo gélido frio ingrato
sem vida
e ouvi-la ecoar pelos quatro cantos que estou viva
Porém, ao mesmo tempo olho em volta
vejo casais de namorados passeando de mãos dadas, pelo jardim
trocando olhares cúmplices que complementam as entrelinhas dos silêncios
Deixam-se levar assim ao sabor do vento
soltos, ao mesmo tempo ligados
por elos fortes, talvez mais do que qualquer liga metálica .
São laços de amor
o elemento mais forte que existe à face da terra
Olho-me, toco-me
Sinto que não faço parte deste cenário
Tudo à minha volta mexe
Mas eu, encontro-me imóvel
Faço parte da natureza morta deste jardim
sou uma folha que já esteve na árvore, verde e sã
Agora estou mergulhada no chão, insípida, baça e enrugada
pelo gélido frio ingrato
sem vida
Margarida
quinta-feira
"EU, Carolina"- na minha má lingua
Cá pra mim ela resolveu usar esta polemica toda para ter uma plástica à borla
quarta-feira
As vezes apetece-me dar boleia a um estranho qualquer…
Mas há coisas que estão destinadas a ir ao nosso encontro não tendo que as encontrar.
Cansei-me de procurar, não sei bem o quê.
Só sei que sinto falta
E da maneira que sou compulsiva/obsessiva pelo perfeccionismo
Ou dou em louca
Ou encontro a peça que falta
Afinal é uma peça?
Não sei mais que nome lhe dar…
Fica assim “peça”
À procura da peça perdida
Como Peter Pan estava à procura da terra do nunca..
Será que eu já tive essa peça na mão e a perdi?
Será que a razão de viver é tentar encontrar a peça que perdemos ou que nunca tivemos mas que nos completa?
Fervilho num mar de dúvidas
Ou será que cada momento nos vai preenchendo os bocados vazios?
Mas eu sinto tantos..
Será que me tornei uma insaciável procuradora de sensações?
A cada minuto quero mais
Não há nada que me chegue
Não há nada que me faça feliz
Será mesmo que alguma vez fui feliz para saber o que é?
Talvez não possa fazer comparações com nadas
Nadas que estão por sentir
Nadas que estão parar viver
Estou vazia como um ovo kinder
Sem brinde
Somente casca
Somente um eu esvaziado
Somente um eu que não tem vivido
Tenho deixado a vida correr por mim
Tenho deixado demasiadas coisas
Mas há coisas que estão destinadas a ir ao nosso encontro não tendo que as encontrar.
Cansei-me de procurar, não sei bem o quê.
Só sei que sinto falta
E da maneira que sou compulsiva/obsessiva pelo perfeccionismo
Ou dou em louca
Ou encontro a peça que falta
Afinal é uma peça?
Não sei mais que nome lhe dar…
Fica assim “peça”
À procura da peça perdida
Como Peter Pan estava à procura da terra do nunca..
Será que eu já tive essa peça na mão e a perdi?
Será que a razão de viver é tentar encontrar a peça que perdemos ou que nunca tivemos mas que nos completa?
Fervilho num mar de dúvidas
Ou será que cada momento nos vai preenchendo os bocados vazios?
Mas eu sinto tantos..
Será que me tornei uma insaciável procuradora de sensações?
A cada minuto quero mais
Não há nada que me chegue
Não há nada que me faça feliz
Será mesmo que alguma vez fui feliz para saber o que é?
Talvez não possa fazer comparações com nadas
Nadas que estão por sentir
Nadas que estão parar viver
Estou vazia como um ovo kinder
Sem brinde
Somente casca
Somente um eu esvaziado
Somente um eu que não tem vivido
Tenho deixado a vida correr por mim
Tenho deixado demasiadas coisas
Margarida
terça-feira
queremos HOMENS destes

Espelho meu espelho meu haverá alguem mais bonito do que ele? ahahahahahahhahahah
BORAT BORAT BORAT BORAT venero-te muahahahhahhahahahah
para saberem mais sobre o borat aí vai
http://www.castellolopesmultimedia.com/borat_oficial/index.html
coisas do coração
Au! Magoaste-me!
-Não magoei.
Magoas-te sim!
-Não.
Porque dizes que não se estas a ver o meu sofrimento?
-Isso nem é sofrimento
Quem és tu para falar da minha dor?
-Eu sou a tua dor
Como?
-Sou eu que te faço chorar ou rir
Queres dizer que…o que eu sinto, tu também sentes?
-Sim por parte também…
Põe a mão no meu peito
-Porque?
Estás a sentir também?
-É o bater do teu coração
Do nosso.
-Não é possível
É possível se acreditares se deixares de pensar em ti como ser individual
-Mas é isso que eu sou
Sim és um ser, mas quando amas, andas ao sabor das mesmas pulsações da pessoa amada
-Achas que é possível?
Vou colocar a mão sobre o teu coração e verás
-Não magoei.
Magoas-te sim!
-Não.
Porque dizes que não se estas a ver o meu sofrimento?
-Isso nem é sofrimento
Quem és tu para falar da minha dor?
-Eu sou a tua dor
Como?
-Sou eu que te faço chorar ou rir
Queres dizer que…o que eu sinto, tu também sentes?
-Sim por parte também…
Põe a mão no meu peito
-Porque?
Estás a sentir também?
-É o bater do teu coração
Do nosso.
-Não é possível
É possível se acreditares se deixares de pensar em ti como ser individual
-Mas é isso que eu sou
Sim és um ser, mas quando amas, andas ao sabor das mesmas pulsações da pessoa amada
-Achas que é possível?
Vou colocar a mão sobre o teu coração e verás
Margarida
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