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terça-feira
quarta-feira
segunda-feira
Queres que te escreva?
Escrever-te-ia no pó solto
Mensagens preliminares de sentimentos raros
Não deixes o vento leva-los.
Não quero que os leve.
Se não quiseres guardar ,devolve-mos outra vez
Servirão noutras ocasiões
Com vestido e sapatos a condizer
Azuis ou verdes, azuis esverdiados
Como mares perdidos
Onde a terra não se ergue perante o mar
Onde tudo é difícil de encontrar
nem um caleidoscopio nos faz rumar a norte
Não nos vamos perder mais
Não agora,
Que tudo parece resolvido
Sóbrio e ténue .
-não tem de ter sentido
-às vezes quero coisas que façam sentido.
-basta que as coisas se juntem bem e fiquem” bonitas”
Este texto foi surgindo no meio duma conversa que devia ser publicada. Mas como ele nao quis...
Obrigada E. és inspirador ahaahah e psicadélico (?)
Escrever-te-ia no pó solto
Mensagens preliminares de sentimentos raros
Não deixes o vento leva-los.
Não quero que os leve.
Se não quiseres guardar ,devolve-mos outra vez
Servirão noutras ocasiões
Com vestido e sapatos a condizer
Azuis ou verdes, azuis esverdiados
Como mares perdidos
Onde a terra não se ergue perante o mar
Onde tudo é difícil de encontrar
nem um caleidoscopio nos faz rumar a norte
Não nos vamos perder mais
Não agora,
Que tudo parece resolvido
Sóbrio e ténue .
-não tem de ter sentido
-às vezes quero coisas que façam sentido.
-basta que as coisas se juntem bem e fiquem” bonitas”
Este texto foi surgindo no meio duma conversa que devia ser publicada. Mas como ele nao quis...
Obrigada E. és inspirador ahaahah e psicadélico (?)
quarta-feira

Cheira mais a morte do que num cemitério
Provavelmente andam moribundos por aí
Sabemos mais três coisas do que ontem
Esquecemos de muitas mais
Numa proporção lógica
Se não pensarmos nisso
E o que esperamos ver
Entre o mar e a neve
As montanhas e as luzinhas da cidade
Ou noutro cenário qualquer,
Composto,projectado,idealizado
para onde queremos realmente ir?
Ver barcos a partir
E ficar a vê-los seguir
Ou nadar com eles em águas paradas
Ainda não sabemos o que é ir.
(já foi escrito no principio de Dezembro)
Provavelmente andam moribundos por aí
Sabemos mais três coisas do que ontem
Esquecemos de muitas mais
Numa proporção lógica
Se não pensarmos nisso
E o que esperamos ver
Entre o mar e a neve
As montanhas e as luzinhas da cidade
Ou noutro cenário qualquer,
Composto,projectado,idealizado
para onde queremos realmente ir?
Ver barcos a partir
E ficar a vê-los seguir
Ou nadar com eles em águas paradas
Ainda não sabemos o que é ir.
(já foi escrito no principio de Dezembro)
domingo
Batôn

Tocava o telefone, quase sempre três vezes. Eu corria rápido atrás dela, sem esconder a minha presença. Ela, desatenta, sarrabiscava o papel mais próximo enquanto falava dos problemas. Só o fazia quando não tinham carga demasiado afectiva. Eu gostava de ouvir o que dizia e analisava o que ficava no papel. Sem nexo. As linhas está claro. Estranho como as cortava e entraçava umas com as outras até deixar marca profunda no papel! As palavras essas... só por vezes sem nexo... mas temos que dar o desconto já que eu ouvia apenas um monólogo e tentava imaginar o diálogo.
Leio e aponto o relevante, a reter. Nos primeiros dois minutos. Dou por mim a sarrabiscar... De início faço-o sem nexo, desatenta. Depois penso... porque desenho sempre cubos? disseram-me um dia que no intímo é prisão. Então passo a desenhar círculos, de linhas paralelas. Sinto ser mau agoiro se se tocarem...
Dei por mim a desenhar corações. Experimenta....
Tem bico arredondado? é gordinho? arrepiado ou calmo? triste...? ou completo? Cabe na folha? Tem superfície lisa? ou é de contorno irregular?
Uma vez li, naquelas revistas da adolescência (que por não interessarem a ninguém interessam a muita gente) que nos definiamos pela forma que o batôn assumia depois de usado várias vezes. Escolhi, de entre seis, o perfil que mais gostava e pintei os lábios. Várias vezes. Até que assumisse a forma desejada...
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