terça-feira
" A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios, por isso, canta, ri, dança, chora e vive intensamente cada momento da tua vida, antes que as cortinas se fechem e a peça termine sem aplausos "
sábado
Conselhos de Beleza de Audrey Hepburn
1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.
2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos neles pelo menos uma vez por dia.
5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca caminhará sozinho.
6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais deite alguém fora.
7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, encontrá-la-á no fim do seu braço. Mas ao ficamos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma é para nos ajudar, a outra para ajudar o próximo.
8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma Mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está reflectida na sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.
10. A beleza de uma Mulher cresce com o passar dos anos.
1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.
2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos neles pelo menos uma vez por dia.
5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca caminhará sozinho.
6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais deite alguém fora.
7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, encontrá-la-á no fim do seu braço. Mas ao ficamos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma é para nos ajudar, a outra para ajudar o próximo.
8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma Mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está reflectida na sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.
10. A beleza de uma Mulher cresce com o passar dos anos.
sexta-feira
mudanças
Essa mulher quer mudar a posição das coisas.
Escolhe o sofá como primeiro objecto de ostentação, comprou-o quando o achava bonito, agora quer muda-lo, para lhe parecer melhor a seus olhos.
Muda-o de lugar, coloca-o contra a janela, parece que agora ficou melhor ali.
Não, continua tudo um caos.
Quer mudar o resto da sala.
Parece-lhe desconfortável como está.
Os músculos não descontraem em busca de uma constante mudança.
Muda e muda, coloca aqui e ali, desloca e desmonta.
Observa ao canto, encostada à lareira. Fica quieta à espera que algo se mexa e ocupe o devido lugar.
Como se as coisas não fossem objectos, como se os objectos não fossem estáticos.
Sabe o que as coisas valem, mas parece que não sabe.
Já não lhe resta muita força, só empenho mental.
Embrenha-se na sua imaginação , flutua nas projecções…
Projecta sonhos, concretiza realidades.
Se os objectos não fossem inanimados, talvez não se sentisse sozinha.
A solidão foi entrando pelas frestas, ocupando pequenos lugares, que se tornaram demasiado grandes e evidentes.
Essa mulher de aparência frágil e quebradiça, pele branca e imaculada, tem tudo e não tem nada.
Escolhe o sofá como primeiro objecto de ostentação, comprou-o quando o achava bonito, agora quer muda-lo, para lhe parecer melhor a seus olhos.
Muda-o de lugar, coloca-o contra a janela, parece que agora ficou melhor ali.
Não, continua tudo um caos.
Quer mudar o resto da sala.
Parece-lhe desconfortável como está.
Os músculos não descontraem em busca de uma constante mudança.
Muda e muda, coloca aqui e ali, desloca e desmonta.
Observa ao canto, encostada à lareira. Fica quieta à espera que algo se mexa e ocupe o devido lugar.
Como se as coisas não fossem objectos, como se os objectos não fossem estáticos.
Sabe o que as coisas valem, mas parece que não sabe.
Já não lhe resta muita força, só empenho mental.
Embrenha-se na sua imaginação , flutua nas projecções…
Projecta sonhos, concretiza realidades.
Se os objectos não fossem inanimados, talvez não se sentisse sozinha.
A solidão foi entrando pelas frestas, ocupando pequenos lugares, que se tornaram demasiado grandes e evidentes.
Essa mulher de aparência frágil e quebradiça, pele branca e imaculada, tem tudo e não tem nada.
Margarida
quarta-feira
Que hei-de eu fazer
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada?
Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas
P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues
Às vezes o amor
No calendário,
noutro mês, é dor
é cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino
Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços
Às vezes o amor
No calendário,
noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida
Às vezes o amor
No calendário,
noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida
Sérgio Godinho
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada?
Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas
P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues
Às vezes o amor
No calendário,
noutro mês, é dor
é cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino
Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços
Às vezes o amor
No calendário,
noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida
Às vezes o amor
No calendário,
noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida
Sérgio Godinho
terça-feira
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